Curva ABC: classificando clientes e demandas por relevância

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Gráfico da curva ABC com barras decrescentes, linha de percentual acumulado e classes A, B e C para classificação de clientes e demandas.
Sumário

A curva ABC é o método que ordena clientes e demandas em ordem decrescente de peso no resultado e os separa em classes A, B e C conforme o percentual acumulado. As letras indicam a ordem de relevância, de modo que a classe A concentra os itens que mais pesam.

A curva ABC de clientes aplica o princípio de Pareto à carteira e mede o peso de cada cliente no lucro ou na receita, enquanto a curva ABC de demandas, adaptada ao atendimento, usa o volume e o tempo de cada motivo de contato como medida de peso.

A classificação da curva ABC define a prioridade na fila e o ponto em que a automação passa o atendimento para uma pessoa. Com indicadores calculados por classe, a operação também acompanha a eficiência no atendimento e a satisfação do cliente de forma separada para cada grupo. Saiba mais!

O que é a curva ABC e como ela organiza clientes por relevância

Para dar critério à prioridade na fila, a curva ABC transforma uma lista longa de clientes ou demandas em grupos definidos pelo peso de cada item no total. O conceito de curva ABC parte do princípio de Pareto, segundo o qual uma pequena fração dos itens responde por uma fração maior do resultado.

Ordem decrescente e percentual acumulado: a lógica das classes

Para aplicar o princípio de Pareto a uma carteira, o método ordena os itens por valor decrescente e observa o percentual acumulado, que define o limite de cada classe. A Universidade Estadual de Londrina (UEL) explica que a curva ABC se baseia no diagrama de Pareto, em que nem todos os itens têm a mesma importância.

Os primeiros itens formam a classe A e os últimos formam a classe C, com os intermediários na classe B. A classe A é a de maior prioridade e maior valor monetário, composta, em geral, por uma parte pequena dos itens. O percentual acumulado de um item é a soma da participação dele com a dos itens anteriores.

A mesma lógica de priorização aparece na Empresa Júnior da Fundação Getulio Vargas (EJFGV), que descreve o método como a definição da prioridade de um produto sobre outro e afirma que ele pode ser aplicado ao controle de estoque ou aos clientes de uma empresa.

Curva ABC e custeio ABC: a mesma sigla para dois métodos

Entendida a lógica das classes, convém separar a curva ABC de outro método que usa a mesma sigla. O Institute of Management Accountants (IMA) emprega os dois sentidos numa publicação sobre rentabilidade, na qual a análise ABC de clientes segmenta a base por lucratividade, com os mais lucrativos na classe A.

O custeio ABC, sigla de activity-based costing, aparece na mesma publicação com outra função: o IMA indica implementá-lo para alocar custos a segmentos de clientes e canais. A curva ABC classifica a carteira, ao passo que o custeio ABC distribui os custos.

Como calcular a curva ABC passo a passo

Com as classes definidas pela lógica do acumulado, o cálculo da curva ABC segue quatro passos: critério de valor, ordenação, percentual acumulado e cortes das classes. Cada passo depende do anterior, porque o critério estabelece a ordem, que por sua vez gera o acumulado sobre o qual os cortes são aplicados.

Critério de valor e cortes das classes na curva ABC

O primeiro passo é escolher o critério, uma vez que ele determina o que significa pesar mais no resultado. Em estoques, a UEL calcula o valor monetário de um item como a demanda total multiplicada pelo preço unitário. Em uma carteira de clientes, o critério pode ser a receita ou o lucro de cada cliente.

Definido o critério, os cortes separam as classes. A divisão mais comum é 80-15-5, em que a classe A acumula até 80% do valor e a classe C ocupa o trecho final entre 95% e 100%. A divisão 70-20-10 pode ser viável em certas situações.

Por isso, a empresa registra a divisão adotada e a aplica nas análises seguintes, já que a mudança do corte pode mudar a classe de um mesmo cliente.

Exemplo de cálculo da curva ABC com dez clientes

Com o critério e os cortes definidos, a ordenação e o cálculo do acumulado cabem em uma planilha, como em um exemplo com dez clientes e receita total de R$ 100 mil por mês, listados em ordem decrescente.

Exemplo de cálculo da curva ABC com dez clientes

ClienteReceita mensal
(R$ mil)
Participação (%)Acumulado (%)Classe
1505050A
2303080A
38888B
44492B
53395B
62297C
71,51,598,5C
80,80,899,3C
90,40,499,7C
100,30,3100C

A participação de cada cliente é a receita dele dividida pelo total, cálculo que a EJFGV ilustra com um produto de R$ 98 mil num faturamento mensal de R$ 400 mil, que resulta em 24,5%.

Na planilha, o primeiro movimento é ordenar a coluna de receita do maior para o menor valor. Depois, uma coluna soma a participação de cada linha à da linha anterior para formar o acumulado. Outra coluna compara esse acumulado com os cortes e devolve a classe.

Com cortes em 80% e 95% do acumulado, o cliente 2 encerra a classe A, que reúne dois clientes e 80% da receita. O cliente 5 encerra a classe B, que reúne três clientes e 15% da receita.

Os cinco clientes restantes formam a classe C, que responde por 5% da receita. Na curva ABC do exemplo, em número de clientes, a classe A reúne 20% da carteira e a classe C reúne 50%. Essa distribuição mostra a concentração da receita nos primeiros clientes.

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Curva ABC de clientes: o critério define quem entra na classe A

A curva ABC de clientes classifica a carteira pela medida escolhida, que pode ser a receita ou o lucro de cada cliente. O exemplo com dez clientes usou a receita mensal, embora a mesma ordenação e o mesmo acumulado se apliquem ao lucro.

Lucro como medida para classificar clientes

Entre as medidas possíveis, a Open University (OpenLearn) aplica a análise de Pareto à lucratividade dos clientes de uma empresa. No exemplo do curso, a carteira da empresa DJM Ltd tem 20 clientes e os quatro de maior lucro somam 81,51% do lucro total, motivo pelo qual formam a classe A.

O curso trata a classe A como contas-chave, clientes que recebem o maior esforço para mantê-los satisfeitos. Os 50% de clientes restantes geram cerca de 10% ou menos do lucro total. O curso adverte que essas podem não ser as proporções exatas, mas o princípio geral permanece: uma fração pequena dos clientes gera uma fração grande do lucro.

Em sua abordagem de segmentação de clientes, a Bain & Company orienta determinar o potencial de lucro de cada segmento pela análise dos efeitos de receita e de custo de atendê-lo.

Quando a regra 80/20 pode não se confirmar na carteira

Como as proporções podem variar, convém testar o princípio com dados reais. O IMA apresenta uma base de 1.676 clientes, sem indicação de setor ou país, em que 51,07% dos clientes são lucrativos e 48,92% não são.

Na mesma base, o lucro potencial soma $ 1.401.480 e o lucro realizado soma $ 396.199. A regra 80/20 é descrita como orientação geral e não como lei universal.

Entre os passos indicados está ordenar os clientes por lucratividade e montar a curva de lucro acumulado, que mostra onde o lucro de fato se concentra antes de se adotarem cortes padronizados.

Curva ABC de demandas: como classificar itens e chamados de atendimento

Depois de classificar clientes, a curva ABC de demandas aplica o mesmo acumulado a itens e chamados e substitui o valor monetário por uma medida de carga. Na classificação de clientes, o peso é o lucro ou a receita, enquanto na de demandas o peso é o tempo que cada assunto ocupa da equipe.

Demanda como volume: quando o preço alto não define a classe A

Para itens de estoque, a demanda entra no cálculo ao lado do preço, pois o peso do item é o produto dos dois, regra cujo efeito a UEL mostra com dois itens de preços muito diferentes.

Um item com demanda total de 10 unidades, ao preço unitário de R$ 1.000, soma R$ 10.000, o mesmo valor de um item com demanda total de 100 unidades, ao preço unitário de R$ 100. Como os dois valores são iguais, a prioridade dos dois itens também é igual.

Em chamados de atendimento, o papel do preço na curva ABC pode ser exercido pelo tempo que cada contato consome, adaptação que exige uma unidade de análise e um critério próprios.

Unidade de análise e critério para classificar demandas de atendimento

Na adaptação para o atendimento, a unidade de análise passa a ser o motivo de contato, que agrupa os chamados do mesmo assunto. O critério de peso é o volume mensal multiplicado pelo tempo médio de cada contato, que define a carga de trabalho do motivo em minutos.

A estrutura de multiplicar duas medidas se mantém, com o preço unitário substituído pelo tempo médio. A carga de trabalho é uma adaptação proposta para o atendimento ao cliente: o preço unitário descrito para estoques não existe em chamados.

Exemplo de cálculo com oito motivos de contato

Com a carga de trabalho definida, a classificação de demandas segue o mesmo roteiro da carteira de clientes, como mostra um exemplo com oito motivos de contato em um mês. Os dois exemplos seguem o mesmo método, com uma única diferença: a medida é a receita no primeiro e a carga de trabalho no segundo.

Exemplo de cálculo com oito motivos de contato

Motivo de contatoContatos
no mês
Minutos
por contato
Carga (minutos)Participação (%)Acumulado (%)Classe
Consulta de status do pedido350103.5003535A
Falha técnica no serviço140202.8002863A
Segunda via de cobrança34051.7001780A
Alteração de cadastro100101.0001090B
Dúvida sobre plano5010500595B
Elogio ou sugestão605300398C
Cancelamento10151501,599,5C
Pedido de reembolso510500,5100C

Os três motivos da classe A somam 80% da carga e 830 dos 1.055 contatos do mês. A ordem por carga difere da ordem por volume. A falha técnica tem 140 contatos, menos que a segunda via de cobrança, com 340. Como cada contato da falha dura 20 minutos, ela ocupa 2.800 minutos contra 1.700 da segunda via.

As classes B e C reúnem 15% e 5% da carga, respectivamente. A curva mede carga de trabalho e não urgência, ou seja, motivos da classe C, como o cancelamento com 10 contatos no mês, podem ter regras próprias de atendimento.

Matriz ABC de clientes e demandas: regras de prioridade na fila

Com as duas classificações prontas, a matriz ABC de clientes e demandas cruza a classe do cliente com a classe do motivo de contato para definir o nível de prioridade de cada atendimento. Os níveis são uma proposta de aplicação ao atendimento.

Matriz ABC de clientes e demandas

Classe do clienteMotivo classe AMotivo classe BMotivo classe C
Cliente classe ANível 1Nível 1Nível 2
Cliente classe BNível 2Nível 2Nível 3
Cliente classe CNível 3Nível 3Nível 4

A classe do cliente fixa o nível de partida, ou seja, o nível inicial do atendimento. A classe do motivo ajusta esse nível: por regra padrão, apenas os motivos de classe C descem uma posição, já que ocupam pouco tempo da equipe. Como a curva mede carga e não urgência, motivos de risco, como o cancelamento, mantêm o nível inicial.

O nível 1 reserva o atendimento imediato por atendente especializado. O nível 2 coloca o cliente na fila de atendentes, com espera maior. O nível 3 começa pela automação e transfere o cliente para a fila de atendentes quando o fluxo não resolve. O nível 4 aciona o autoatendimento, com escalonamento para uma pessoa a pedido do cliente.

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Como usar a curva ABC para definir fila e automação em cada perfil de cliente

Com clientes e demandas classificados, cada classe da curva ABC recebe uma combinação própria de fila, canal, tom e nível de automação. O modelo da tabela é uma proposta de aplicação, construída sobre as classes e sobre a matriz. Ele traduz os níveis de cada atendimento em regras operacionais por perfil de cliente.

Modelo de fila e automação por perfil de cliente

PerfilFilaCanalTomAutomação ou atendente
Classe ANíveis 1 e 2Voz ou mensagem direta com atendente dedicadoConsultivoAtendente primeiro e automação apenas para consultas simples
Classe BNíveis 2 e 3Mensagem ou voz com opção de falar com atendenteObjetivo e proativoAutomação na triagem e atendente nas exceções
Classe CNíveis 3 e 4Autoatendimento e mensagemDireto e padronizadoAutomação primeiro e atendente por escalonamento
Custo acima do retornoNível da classe com revisão de custoCanal de menor custo para cada motivo de contatoClaro sobre o escopo do serviçoRegras de escalonamento revisadas

Classe A: fila prioritária e atendente dedicado

Na tabela de modelo, a classe A ocupa os níveis 1 e 2 da fila e recebe atendente dedicado. A Open University trata os clientes da classe A como contas-chave, ideia que o modelo aplica ao reservar a esse grupo a prioridade mais alta na fila.

No modelo, um cliente classe A que liga para consultar o status de um pedido, motivo de classe A, cai no nível 1 e é atendido de imediato por atendente especializado. Quando o mesmo cliente liga para enviar um elogio, motivo de classe C, o contato cai no nível 2 e entra na fila de atendentes, com espera maior.

Classe B: prioridade intermediária na fila

Em posição intermediária, a classe B ocupa os níveis 2 e 3 da fila e combina automação na triagem com atendente nas exceções. No exemplo da Open University, os seis clientes seguintes aos quatro maiores formam a classe B e recebem menos esforço para mantê-los satisfeitos do que as contas-chave.

A Bain & Company orienta escolher os segmentos conforme o potencial de lucro e a capacidade de atendê-los. Em seguida, indica investir em programas de produto, serviço, marketing e distribuição ajustados às necessidades de cada segmento.

Classe C: automação primeiro e saída clara para o atendente

No fim da lista, a classe C ocupa os níveis 3 e 4 e começa o atendimento pela automação, com escalonamento para uma pessoa quando o autoatendimento não resolve.

O curso da Open University descreve que os demais clientes, fora das contas-chave e da classe B, recebem relativamente pouca atenção, comportamento que o modelo reproduz ao iniciar o atendimento da classe C pela automação.

No modelo, o cliente pode pedir um atendente a qualquer momento. A regra de escalonamento é configurada antes de o fluxo automatizado entrar em operação, para que a automação resolva os motivos simples e encaminhe os demais sem repetir perguntas.

A classe C mede o peso do cliente no resultado e não o direito dele ao serviço. Por isso, o atendimento desse grupo começa pela automação, mas mantém a saída para um atendente e o mesmo cuidado de resolução.

Clientes com custo acima do retorno: revisar antes de reduzir o atendimento

Dentro de qualquer classe por receita, pode haver clientes cujo custo de atendimento supera o retorno, situação que a classificação por receita não mostra: o custo de atender não entra no critério.

O IMA indica incluir métricas de custo de servir na análise para que a contribuição de cada segmento não seja superestimada. A Open University acrescenta que o custeio baseado em atividades, criado originalmente para produtos, pode ser adaptado ao cálculo da rentabilidade de cada cliente.

Com o custo de servir calculado, o modelo prevê revisar o atendimento desse grupo antes de reduzi-lo, com a troca do canal por outro de menor custo.

Como medir a eficiência no atendimento e a satisfação do cliente por classe

Com as regras por classe definidas, cada classe passa a ter indicadores próprios, o que permite comparar o efeito da prioridade na fila entre os grupos. Os indicadores de operação e de satisfação passam a ser lidos por classe.

Indicadores por classe: tempo de espera e abandono

Definidas as regras por classe, a leitura da eficiência no atendimento usa quatro indicadores, calculados separadamente para cada classe da curva ABC:

  • Tempo médio de espera: soma dos tempos de espera dividida pelo número de contatos atendidos.
  • Taxa de abandono: contatos abandonados antes do atendimento divididos pelos contatos recebidos e multiplicados por 100.
  • Carga de trabalho por motivo de contato: volume multiplicado pelo tempo médio, como na curva de demandas.
  • Retenção por classe: clientes ativos no fim do período divididos pelos clientes ativos no início.

A satisfação do cliente, comparada entre as classes, completa a leitura e indica se o canal e o tom definidos para cada perfil produzem a percepção esperada.

Revisão periódica: quando o cliente muda de classe

Como o acumulado pode mudar a cada período, os indicadores por classe precisam ser lidos junto de uma revisão periódica da própria curva ABC. A EJFGV afirma que é possível fazer a análise da curva ABC de forma periódica e propõe criar uma rotina de acompanhamento.

A Bain & Company orienta ainda medir o desempenho de cada segmento e ajustar a abordagem ao longo do tempo conforme as condições de mercado mudam. No modelo, a fila e o nível de automação mudam junto com a classe do cliente.

Perguntas frequentes sobre a curva ABC

A curva ABC levanta dúvidas sobre o método de cálculo e sobre o uso da classificação na fila de atendimento. As respostas partem do acumulado, que é o critério que organiza todas as classes.

O que é curva ABC e para que serve?

A curva ABC é o método que ordena clientes e demandas pelo peso no resultado e os separa em classes A, B e C conforme o percentual acumulado. No conceito da curva ABC, a classe A reúne os itens de maior prioridade e maior valor monetário.

Como montar a curva ABC de clientes?

O cálculo segue quatro etapas: critério de valor, ordenação da carteira, percentual acumulado e cortes das classes. O critério pode ser a receita ou o lucro de cada cliente. Os cortes mais usados ficam em 80% e 95% do acumulado.

Quais percentuais definem as classes da curva ABC?

A divisão mais comum é 80-15-5, em que a classe A reúne até 80% do valor acumulado e a classe C fica com os últimos 5%. A divisão 70-20-10 aparece em certas situações, de modo que a empresa registra o corte adotado e o mantém nas análises seguintes.

Como classificar demandas de atendimento na curva ABC?

Agrupe os chamados por motivo de contato e calcule a carga de cada motivo, que é o volume mensal multiplicado pelo tempo médio por contato. Ordene os motivos pela carga, some os percentuais e aplique os mesmos cortes da carteira. A classe A passa a indicar os assuntos que mais consomem tempo da equipe.

Como usar a curva ABC para priorizar a fila de atendimento?

Cruze a classe do cliente com a classe do motivo de contato em uma matriz ABC de clientes e demandas e associe cada célula a um nível de prioridade. A classe do cliente define o nível de partida e a classe do motivo ajusta esse nível na fila.

Curva ABC e custeio ABC são o mesmo método?

Não, são métodos distintos que compartilham a sigla. A curva ABC classifica clientes e demandas pelo percentual acumulado. O custeio ABC, de activity-based costing, calcula os custos por atividade. Em análises de rentabilidade, o custeio ABC aloca custos a segmentos de clientes e canais.

Reclassificar a carteira: o acumulado muda e a fila se ajusta

Refazer a classificação da curva ABC a cada período mantém a fila alinhada à carteira, porque o acumulado muda quando os valores mudam. Cada nova ordenação recalcula os percentuais e move para outra classe os clientes e os motivos que cruzam um corte. A matriz de prioridade passa, então, a refletir a nova classificação.

Com a classificação em dia, a operação compara tempo de espera e abandono entre as classes e acompanha a eficiência no atendimento onde o peso no resultado é maior. A satisfação do cliente passa a ser lida por perfil.

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