Funil de vendas: guia para entender e montar o seu

Funil de vendas é o processo que organiza as etapas entre o primeiro contato e a compra. Modelos, etapas, indicadores e passo a passo para montar o seu.
Ilustração de funil de vendas com contatos entrando no topo e avançando pelas etapas de qualificação até a conversão em clientes.
Sumário

O funil de vendas é o modelo que organiza a compra em etapas, cada uma com seu critério de avanço, que se iniciam no primeiro contato do cliente com a empresa e se encerram no fechamento do negócio.

A estrutura do funil de vendas define quais etapas o contato percorre e qual critério o leva de uma para a outra, o que permite medir em cada ponto quantas pessoas avançam e onde o processo perde clientes.

Entender como funciona o funil de vendas permite definir processos por etapa e medir a conversão de cada uma em operações B2B (empresas que vendem para outras empresas) e em vendas ao consumidor, com adaptações nos modelos e nas etapas conforme o caso.

O que é funil de vendas e como ele funciona

O funil de vendas é a visão que compara, etapa por etapa, quantos contatos entram e quantos avançam, o que mostra onde o processo perde mais clientes.

Definição de funil de vendas em termos práticos

Para entender o que é funil de vendas na prática, basta acompanhar o caminho de quem entra em contato com a empresa até a compra. Em cada etapa, o contato precisa cumprir um critério para seguir adiante, como demonstrar interesse real na solução ou receber uma proposta. Quem não cumpre o critério sai do processo, de modo que cada etapa reúne menos contatos do que a anterior.

O nome do funil vem dessa redução gradual: a primeira etapa recebe todos os contatos e o fechamento reúne apenas os que chegaram à compra.

Como funciona o funil de vendas na rotina comercial

Na rotina comercial, a empresa registra quantos contatos entram e quantos avançam em cada etapa, o que permite calcular a taxa de conversão e localizar onde a abordagem funciona e onde precisa de ajuste.

A leitura dessas taxas ao longo das fases do funil de vendas indica também em que ponto os contatos deixam de avançar, informação que orienta a revisão do processo.

Etapas do funil de vendas e o que muda em cada uma

As etapas do funil de vendas costumam ser organizadas em atração, consideração, decisão e pós-venda, embora existam diferentes teorias sobre quantas etapas o funil deve ter.

A McKinsey divide a decisão de compra em quatro fases (consideração inicial, avaliação ativa, fechamento e pós-compra), enquanto a Boston Consulting Group (BCG) apresenta, em análise sobre vendas B2B, sete etapas: consciência, interesse, pesquisa, avaliação, demonstração, compra e retenção ou venda adicional. 

Atração: quando o contato ainda não conhece a solução

Na primeira etapa, a atração, a empresa alcança pessoas que não conhecem a solução, por meio de anúncio, indicação, busca ou evento. Como esses canais têm custos e resultados diferentes, registrar a origem de cada contato permite comparar quais deles trazem pessoas que avançam nas etapas seguintes.

Consideração: a fase de comparar alternativas

Depois do primeiro contato, a consideração começa quando a pessoa passa a comparar alternativas para resolver o problema que a levou até a empresa. Nessa etapa, a empresa precisa mostrar com clareza o que a solução entrega e em que ela se diferencia das demais, para que o contato a mantenha entre as opções avaliadas. 

Decisão: o momento de fechar

Concluída a comparação, a decisão envolve a negociação das condições e a escolha do fornecedor, em conversas que costumam girar em torno de preço, prazo, escopo e forma de pagamento. O desfecho é a proposta aceita, que leva ao contrato, ou a perda do negócio. Registrar o motivo dessa perda ajuda a rever o que aconteceu nas etapas anteriores. 

Pós-venda: a etapa depois do fechamento

Por fim, o pós-venda abrange o uso do produto e o suporte recebido pelo cliente, o que torna a renovação e a recompra os indicadores próprios dessa etapa.

E-book sobre alta demanda e gargalos em operações de atendimento
Picos de demanda expõem limitações que já existem na operação de atendimento. Este e-book ajuda a identificar esses pontos e mostra qual ação priorizar primeiro.

Modelos de funil de vendas e quando usar cada um

Os principais modelos de funil de vendas são o linear, o circular, o baseado em tarefas de compra e o híbrido do B2B, cuja escolha depende de como o cliente decide e de quantos canais utiliza.

Funil linear: a sequência clássica

O funil linear organiza a compra como uma sequência em que o contato avança sempre para a etapa seguinte: o cliente reúne informações, reduz as opções, avalia as que restaram e envia o pedido de compra, percurso que a McKinsey descreve como o pressuposto do funil de vendas tradicional.

Nesse modelo, o contato que não cumpre o critério de saída de uma etapa deixa de avançar, o que permite medir a conversão de cada uma das fases do funil de vendas e localizar o gargalo do processo.

A limitação aparece quando o cliente não segue a sequência, pois o processo de decisão é menos linear do que o funil sugere e deixa de fora parte do que influencia a compra.

Jornada circular: a decisão de compra em ciclo

Diferente da linha que termina na compra, a McKinsey propôs ainda a jornada circular, em que as quatro fases (consideração inicial, avaliação ativa, fechamento e pós-compra) formam um ciclo.

Na consideração inicial, o consumidor reúne as marcas que já tem em mente, formadas por impressões acumuladas. Na avaliação ativa, ele pesquisa e a lista pode crescer em vez de diminuir, já que avaliações na internet, indicações e experiências anteriores acrescentam novas opções. No fechamento, a decisão final recebe influência do posicionamento do produto e da interação com o vendedor.

Nesse ciclo, a experiência depois da compra molda a opinião do cliente em todas as decisões seguintes na mesma categoria, de modo que o pós-compra se torna o ponto de partida de uma nova consideração. Cada fase pede um tipo de esforço:

  • Consideração inicial: presença da marca junto ao público antes de a pesquisa de compra começar.
  • Avaliação ativa: conteúdo e ferramentas que o cliente encontra por conta própria, como sites de produto e ferramentas interativas.
  • Fechamento: preparo da equipe de vendas e clareza no posicionamento do produto.
  • Pós-compra: experiência que gere recomendação, com prioridade para ampliar a base de clientes fiéis ativos.

O modelo nasceu de uma pesquisa com consumidores e foi estendido ao B2B pela própria McKinsey, o que o torna indicado quando o cliente pesquisa por conta própria e volta a rever opções antes de comprar.

Buying jobs: seis tarefas do comprador B2B

Nas compras B2B, a Gartner identificou seis tarefas, chamadas buying jobs, que o comprador conclui para decidir:

  • identificação do problema
  • exploração de soluções
  • definição de requisitos
  • seleção de fornecedor
  • validação
  • criação de consenso

De acordo com a Gartner, validação e criação de consenso ocorrem durante todo o processo, em paralelo às outras quatro tarefas. Essas quatro aparecem em quase toda compra B2B bem-sucedida, embora sem ordem fixa: a Gartner compara a jornada a um labirinto, em que o comprador avança, volta e repete etapas antes de decidir.

Nesse modelo, a pergunta deixa de ser em que etapa o contato está e passa a ser quais tarefas o comprador já concluiu. Por isso, marketing e vendas precisam oferecer informação consistente em todos os canais usados na compra, o que torna o modelo indicado para vendas B2B complexas.

Funil de vendas B2B: o modelo híbrido e seus canais

No funil de vendas B2B, o modelo híbrido acrescenta os canais à análise, uma vez que, segundo a McKinsey, compradores B2B chegam a usar até dez canais, às vezes mais, em uma mesma compra.

O modelo híbrido combina o atendimento remoto, por telefone ou vídeo, com o autoatendimento. O objetivo é coordenar a jornada entre todos os pontos de contato e atender o cliente no canal em que ele prefere comprar.

O contato presencial continua existindo, mas fica reservado a contas e momentos específicos, como clientes muito grandes com necessidades complexas ou a compra de um produto novo, quando o comprador demonstra preferência por esse tipo de encontro.

Na prática, cada etapa do funil pode usar um canal diferente, com a empresa registrando o canal preferido do cliente para orientar as interações seguintes.

Banner do e-book sobre maturidade do atendimento, com gráfico de crescimento e convite para avaliar a integração e eficiência da operação.
Avalie a maturidade do seu atendimento com 5 perguntas sobre integração entre canais, eficiência operacional e capacidade de crescimento.

Funil de vendas ligado ao marketing e ao atendimento

Marketing e atendimento participam do funil de vendas em momentos diferentes e dependem de critérios compartilhados para não perder informação sobre o cliente.

Marketing e vendas no mesmo funil: o fim da entrega de leads

Nas etapas iniciais do funil de vendas, o marketing gera os contatos e os encaminha às vendas. Segundo a BCG, anteriormente, essa atuação se limitava à geração de leads (contatos com potencial de compra) repassados rapidamente às vendas. Porém, hoje em dia, o marketing tem o papel principal no desenho e na execução da jornada de compra. 

Como a jornada de compra abrange todas as etapas do funil de vendas, o marketing deixa de atuar apenas até a entrega do lead e passa a participar também das etapas conduzidas pelas vendas. Com essa participação mais ampla, os critérios que levam um contato de uma etapa para a outra passam a ser compartilhados entre as duas áreas.

Funil de atendimento: o que acontece depois da compra

Com critérios compartilhados entre marketing e vendas, o atendimento ocupa o espaço seguinte do processo: no modelo antigo, a compra encerrava a atuação comercial e o suporte era reativo. Porém, no modelo atual, a compra somente inicia um relacionamento de longo prazo, com foco em retenção e expansão.

É nesse contexto que se define o funil de atendimento, que organiza as etapas percorridas por um pedido entre a abertura e a resolução, o que permite medir quantos casos avançam e quanto tempo cada etapa leva. Os motivos de contato registrados nessa visão informam, por sua vez, marketing e vendas sobre as dúvidas recorrentes dos clientes.

Funil de vendas e jornada do cliente: como diferenciar os conceitos

O funil de vendas descreve o processo interno da empresa, ao passo que a jornada do cliente descreve a experiência de quem compra, razão pela qual os dois conceitos se complementam sem se confundir.

Funil de vendas e pipeline: duas visões do mesmo processo

Dentro da visão interna da empresa, funil e pipeline mostram aspectos distintos do mesmo processo. A diferença entre pipeline e funil de vendas está no nível de detalhe: o funil apresenta o volume e a conversão por etapa, em contraste com o pipeline, que lista cada oportunidade aberta com valor, prazo, responsável e etapa atual.

Jornada de compra e jornada do cliente: onde cada uma começa e termina

Além da diferença entre pipeline e funil de vendas, as jornadas ampliam a visão para o ponto de vista do cliente. A jornada de compra descreve o que o comprador faz até decidir, em contraste com a jornada do cliente, que inclui o uso do produto, o suporte, a renovação e a relação de longo prazo.

Segundo a Nielsen Norman Group, o mapa de jornada começa com os objetivos e as ações do usuário organizados em uma linha do tempo e depois recebe os pensamentos e as emoções, o que o torna uma visão da experiência do cliente.

Como criar um funil de vendas do zero

Para saber como criar um funil de vendas, é preciso definir o perfil de cliente, mapear a jornada de compra, escrever as etapas com seus critérios de passagem e atribuir um responsável a cada uma.

Passo a passo para montar um funil de vendas

Quem precisa saber como montar um funil de vendas deve seguir os passos em ordem, já que cada um depende do que foi definido no anterior:

  1. Definir um perfil de cliente por vez, descrevendo quem compra e o que busca, porque um mapa de jornada básico funciona melhor com um único ponto de vista.
  2. Mapear a jornada de compra desse perfil com base em pesquisa qualitativa, como estudos de campo e diários de uso, que os dados quantitativos servem para validar.
  3. Escrever as etapas do funil de vendas com a condição de entrada e a de saída de cada uma.
  4. Atribuir um responsável a cada etapa, porque sem dono definido nenhuma equipe tem autoridade para alterar o que prejudica a conversão.
  5. Registrar o canal de cada interação, para identificar quais canais acompanham as compras que avançam no funil de vendas B2B.
  6. Concentrar os dados do cliente em uma base única que marketing e vendas consultem, prática que a BCG descreve como fonte única de verdade, distinta dos sistemas transacionais.

Exemplo de funil de vendas com números

Com a estrutura do funil de vendas definida, um exemplo de funil de vendas ajuda a visualizar as contas: considere uma empresa B2B de exemplo que recebe 800 contatos em um mês, qualifica 200, envia 100 propostas e fecha 20 vendas, com números ilustrativos criados apenas para a explicação.

  • Contatos recebidos: 800.
  • Contatos qualificados: 200, o que equivale a 200 ÷ 800 = 25% sobre a etapa anterior.
  • Propostas enviadas: 100, ou 100 ÷ 200 = 50% sobre a etapa anterior.
  • Vendas fechadas: 20, ou 20 ÷ 100 = 20% sobre a etapa anterior.

A conversão geral dessa operação é de 20 ÷ 800 = 0,025, ou 2,5%. Como a conversão de uma etapa determina o volume das seguintes, uma melhora pontual se propaga ao longo do funil.

Se a conversão entre qualificados e propostas subir de 50% para 60%, com as demais iguais, a empresa enviará 200 × 0,60 = 120 propostas e fechará 120 × 0,20 = 24 vendas, o que leva a conversão geral a 24 ÷ 800 = 3%. Na prática, as taxas mudam de um mês para outro e de um canal para outro, então esses números servem só para mostrar como a conta funciona.

Como aplicar e gerenciar o funil de vendas no dia a dia

Gerenciar o funil de vendas no dia a dia significa manter critérios de passagem, rotina de revisão, canais adequados e uma divisão clara entre automação e atendimento humano.

Critérios de passagem entre etapas

Entre marketing e vendas, o critério de passagem precisa ser acordado, para que as duas áreas concordem sobre o que é um lead de qualidade e revisem com regularidade se os leads enviados atendem a esse padrão.

Nessa combinação, o lead qualificado pelo marketing (MQL, de marketing qualified lead) passa a lead qualificado ou aceito por vendas (SQL, de sales qualified lead) quando cumpre o critério acordado.

Definidos os critérios, a revisão periódica mostra se eles funcionam, com frequência de revisão que varia entre as empresas e maturidade dos negócios.

Canais e tecnologia por etapa

Para que a revisão se apoie em dados completos, os canais de cada etapa precisam estar conectados ao mesmo registro. Quando voz, chat, e-mail e redes sociais alimentam bases separadas, a equipe precisa consultar cada uma delas para entender o histórico do cliente, o que deixa os números por etapa incompletos.

Com os canais no mesmo registro, o contato que começa por chat e continua por voz mantém o histórico da conversa, o que deixa a etapa em que ele se encontra visível para todas as áreas envolvidas.

Ainda assim, o mesmo registro deve também permitir olhar o funil de vendas por canal: ao comparar quantos contatos de cada canal avançam em cada etapa, a empresa identifica quais canais levam mais contatos até o fechamento e em quais deles a perda de clientes é maior.

O que fica com a automação e o que fica com o atendente

Definidos os canais, resta decidir quem responde em cada um, decisão que pode ser orientada por quatro critérios: volume, repetição, complexidade e risco para a venda.

Tarefas de volume alto e baixa complexidade, como confirmar dados e informar o andamento de um pedido, tendem a ser automatizadas. A negociação e as dúvidas complexas, no entanto, ficam com o atendente humano.

E-book sobre inteligência artificial aplicada à performance no atendimento
A inteligência artificial já influencia produtividade, automação e desempenho em operações de atendimento.

Como medir a eficiência do funil de vendas

A eficiência do funil de vendas é medida pela capacidade de transformar contatos em receita com o menor tempo e custo possíveis, o que exige indicadores por etapa e por canal.

Para saber se os leads resultam em vendas e quais ações realmente funcionam, marketing e vendas precisam ligar o resultado de cada etapa à venda. Cinco indicadores organizam essa leitura: 

  • Taxa de conversão por etapa: proporção dos contatos de uma etapa que chegam à seguinte, base para localizar a etapa de maior perda.
  • Velocidade do lead: rapidez com que um lead evolui rumo à venda.
  • Qualidade do lead: aderência ao critério combinado entre marketing e vendas, medida pela taxa de MQL para SQL.
  • Custo por lead: investimento em geração de leads dividido pelo número de leads gerados.
  • Receita atribuída por canal e campanha: parcela da receita associada a cada origem, calculada com atribuição multitouch (em mais de um ponto de contato).

Esse último indicador mostra quais canais e campanhas contribuíram para a venda ao longo de toda a jornada, em vez de creditar a receita apenas ao último contato antes da compra.

Como aumentar a eficiência do funil de vendas

Aumentar a eficiência do funil de vendas começa por localizar a etapa de maior perda e por direcionar o esforço da equipe para onde o comprador decide.

Localize a etapa com maior perda

Com os indicadores calculados, a etapa de menor conversão passa a ser o ponto de partida, porque é nela que mais contatos deixam o processo.

Identificada a etapa, o passo seguinte é entender o motivo da perda, comparando o desempenho por canal, por origem do contato, por responsável e por período, além de registrar as razões informadas pelos clientes que não avançaram. Depois do ajuste, a equipe acompanha a taxa dessa mesma etapa nos períodos seguintes para confirmar se a mudança surtiu efeito.

Redirecione o esforço para onde o comprador decide

Localizada a etapa crítica, o passo seguinte é verificar como o orçamento e as horas da equipe estão distribuídos entre as etapas. A etapa em que o cliente decide merece atenção especial, mas as demais também sustentam o resultado, porque uma atração com contatos sem perfil não avança na consideração. Do mesmo modo, uma falha no pós-venda compromete a renovação e a recompra.

Para definir a distribuição, a empresa compara o tempo e o investimento dedicados a cada etapa com o peso que ela tem no resultado, algo que se descobre ao mapear a jornada de compra e ao registrar os motivos de perda de cada negócio. Quando uma etapa recebe esforço acima ou abaixo do que o seu resultado pede, o ajuste consiste em transferir tempo e investimento entre as etapas.

Simplifique o processo de compra

Com o esforço distribuído, resta reduzir o trabalho que o próprio cliente tem para comprar. Para isso, a empresa percorre o processo na posição do cliente, da primeira conversa até a assinatura e anota cada ponto em que ele precisa fazer algo além do necessário.

Quatro pontos costumam mostrar onde há excesso: a quantidade de etapas e aprovações entre a decisão e o fechamento, as informações que o cliente repete em canais ou com pessoas diferentes, os documentos exigidos para formalizar a compra e o tempo que a empresa leva para responder a cada solicitação.

Cada ponto encontrado leva a um ajuste, como pedir uma informação uma única vez e compartilhá-la entre as áreas ou reduzir o número de aprovações necessárias para fechar a compra.

Acompanhe o cliente depois da compra

Simplificada a compra, a atenção se volta ao pós-venda, período em que o cliente usa a solução e procura o atendimento. Acompanhar essa fase significa registrar como a solução está sendo de fato utilizada e quais dúvidas levam até a busca pelo serviço de atendimento ao cliente.

Esse registro diferencia o cliente satisfeito do cliente apenas acomodado, distinção que a McKinsey observou em pesquisa com consumidores: entre os que se declaram fiéis, os fiéis ativos permanecem e recomendam a marca, ao passo que os fiéis passivos continuam sem compromisso e ficam abertos a ofertas de concorrentes com motivo para a troca.

Com o acompanhamento, a empresa identifica a qual grupo cada cliente pertence e pode agir antes que um cliente passivo receba uma oferta atrativa da concorrência.

O que ajustar primeiro no seu funil de vendas

Depois de entender como montar um funil de vendas, o primeiro ajuste na operação é escrever os critérios de passagem, ou seja, as condições que um contato precisa cumprir para avançar de uma etapa para a seguinte. Sem eles, a conversão de cada etapa perde a base de comparação, pois contatos em situações diferentes passam a ser contados como se estivessem no mesmo ponto do processo.

Com os critérios definidos, entram a nomeação de um responsável por etapa e a revisão periódica com marketing e atendimento, que usam os mesmos critérios para avaliar os resultados. Para que essa revisão trabalhe com dados completos, os canais de atendimento e comunicação precisam estar integrados ao mesmo registro do funil.

Para aplicar essas práticas no atendimento, a Dígitro oferece uma solução multicanal de atendimento e comunicação, com voz, chat, e-mail e redes sociais em um ambiente único de operação e gestão, composta por produtos que se integram entre si. Para avaliar como aplicá-la na sua operação, fale com um especialista da Dígitro.

Veja também!

Taxa de conversão no atendimento: como medir e melhorar seus resultados

Pós-venda e o sucesso do cliente

Funil de atendimento: etapas, boas práticas e métricas

Compartilhe

Compartilhar por:

Fique por dentro

Post recentes

Funil de vendas: guia para entender e montar o seu

Mensagem de encerramento de atendimento: catálogo de modelos

Futuro da experiência do cliente: cenários e preparação

SDR: o que é e como estruturar a pré-venda B2B

Materiais recentes

[E-BOOK] Como garantir a continuidade do atendimento entre diferentes canais

[E-BOOK] Material Como diagnosticar gargalos operacionais antes que eles impactem o cliente

[GUIA] 5 perguntas para avaliar a maturidade do seu atendimento

[E-BOOK] Como identificar e resolver gargalos de atendimento antes da demanda aumentar

Assine nossas newsletters

Conteúdo estratégico direto no seu e-mail.

Navegação