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Parceria entre Dígitro Tecnologia e a Polícia Civil do Espírito Santo transforma as investigações criminais e traz resultados incomensuráveis

Delegado Raphael Ramos, que atuou no Núcleo de Repressão ao Crime Organizado capixaba, cita a importância de uma ferramenta que tenha plasticidade para atuar nas análises investigativas.

O processo de investigação criminal requer  uma audaz capacidade de lidar com alto volume de dados e uma segmentação de informações minuciosa, necessitando de atenção especial na captura de todas as discrepâncias. Dessa maneira, as tecnologias devem impulsionar a evolução positiva de uma instituição, e foi pensando nisso que a Polícia Civil do Espírito Santo decidiu unir-se a Dígitro para elevar sua produtividade no cenário criminal, proporcionando desenvolvimento inestimável no ramo de segurança pública.

De acordo com o Delegado Raphael Ramos,  a complexidade das investigações frequentemente confrontava-se em inúmeros obstáculos, principalmente relacionados à organização e ao processamento de dados, muitos dos quais eram praticamente inacessíveis, tanto em bases internas quanto externas.

O poder da tecnologia Dígitro nas investigações do Espírito Santo

Ele alega que acompanhou de perto a implementação da ferramenta Guardião que trouxe impacto positivo aos processos investigativos policiais. A plataforma não apenas facilita a integração e análise de vastos volumes de dados, mas também permite uma análise detalhada de conexões, resultando em melhorias quantitativas e qualitativas que beneficiam não somente a Polícia Civil do Espírito Santo, mas também o estado como um todo.

“Em relação à ferramenta, não teria sido possível fazer muitas coisas que foram feitas; muitas pessoas teriam ficado impunes, muitas investigações não teriam sido concluídas e algumas, talvez, sequer teriam começado. Isso porque ela viabiliza o processo em razão da possibilidade de escalar a análise. Por mais que o policial tenha a expertise humana, a coisa da informação, trabalhar com a matéria orgânica, com a mente e o cérebro. […] A polícia não lida só com dados; ela tem que atender com carinho a população […] e a prioridade é atender bem o cidadão. Sobraria tempo para cuidar das outras atividades que decorrem desse primeiro atendimento, das quais se inserem o processamento desses dados dentro de uma investigação.”, cita Raphael.

O Delegado também ressalta a adaptabilidade das soluções oferecidas pela Dígitro. No entanto, ele enfatiza a necessidade de os profissionais de segurança pública se envolverem ativamente para maximizar os benefícios das tecnologias empregadas.

Confira o case na íntegra:

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